terça-feira, 14 de agosto de 2012 0 comentários

PRINCÍPIO DO VÁCUO


PRINCÍPIO DO VÁCUO
 

    Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
    Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
    Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom  tempo?
    E dentro de você?
    Você tem o hábito de guardar mágoas,  ressentimentos, raivas e medos?
    Não faça isso.
    É antiprosperidade.
    É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
    É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
    É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
    Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas  velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
    Os bens precisam circular.
    Limpe as gavetas, os  guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
    Dê o que você não usa  mais.
    Venda, troque, movimente e não acumule.
    Dê espaço para o novo.
    Não estamos falando do capitalismo/ consumismo, mas até mesmo aquele namoro que não ata nem desata.
    A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
    Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
    Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
    É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá  meios de prover suas necessidades.
    Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
     * primeira, você não confia no amanhã e,
     * segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você,  já que se contenta em guardar coisas velhas e  inúteis.
    O princípio de não acreditar que o melhor é para você,  pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil  liquidificador.
    Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
    O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
    Emocionalmente, também.
    Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
    Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem-vinda.
    Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem  enorme!
    Vamos lá... Mãos à obra!!
    Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa  e dentro de você!
Retirado do Site                             TEXTOS PARA REFLEXÃO
sábado, 11 de agosto de 2012 0 comentários

PAI, PERDOA-ME

Pai, perdoa-me pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias... Pai, perdoa-me pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo... Pai, perdoa-me pela pouca paciência, quando querias aconselhar-me nos negócios... Pai, perdoa-me por achar que tuas idéias já estavam ultrapassadas... Pai, perdoa-me por ignorar tua experiência de vida... Pai, perdoa-me pela minha falta de tempo para passar contigo... Pai, perdoa-me pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos... Pai, perdoa-me pela minha insensibilidade na hora da tua dor... Pai, perdoa-me pelas vezes em que meus filhos não te trataram com o respeito que merecias... Pai, perdoa-me pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz... Pai, perdoa-me por não ter reconhecido em ti o próprio Cristo... Pai, abençoa-me.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012 0 comentários

A Porta ao Lado

                                        A PORTA DO LADO    
Por Dráuzio Varella
 
         Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a
 gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos
 que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos
 mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.
 
         E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida  da gente...
 
         É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na
 garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de
 simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua
 vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.
 
         Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a
 abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de
 algumas pessoas melhor, e de outras, pior.
 
         Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos,
 mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.
 
         Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para
 eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor
 diferença.
 
         O que não falta neste mundo é gente que se acha o último
 biscoito do pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que nunca
 ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga 
e não deixam barato.
 
         Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.
 
         Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também.
 É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema
 solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser
 resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido
 de desculpas, um deixar barato.
 
         Eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro
 horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou
 perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.
 
         Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e
 gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a
 "porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.
 
         Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do
 bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros
 dá errado."
 
         Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não
 estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.
 Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto,
 sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A "Porta do  lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012 0 comentários

O FRIO QUE VEM DE DENTRO


O FRIO QUE VEM DE DENTRO



Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma
avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles
trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles
se aqueciam.
Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia
clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira: era a única maneira
de poderem sobreviver.
O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e
descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha
para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os
juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia
sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.
Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro,
pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar".
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia
qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.
Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha
para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar
aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros
os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca
pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente
para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para
pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os
sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta
lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor
dos gravetos".
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa
da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.
No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna
encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de
lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:
"O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".
......................................................................................................
Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você.
Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam.
Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do
otimismo vire cinzas.
Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que
você esteja.

 Retirado do Site Textos Para Reflexão                        
quarta-feira, 8 de agosto de 2012 0 comentários

O RIO DA VIDA


O RIO DA VIDA
Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:
- Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?
Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar.
Assim é a vida. As pessoas engatinham nas mudanças. Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a força.
É PRECISO ENTRAR PRÁ VALER NOS PROJETOS DA VIDA, ATÉ QUE O RIO SE TRANSFORME EM MAR.
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento, também acabará evitando o prazer que a vida oferece.
Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.
Arrisque, ouse, avance na vida. Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.
terça-feira, 7 de agosto de 2012 0 comentários

O SAMURAI


O SAMURAI
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pode suportar tanta indignidade?
- Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega ate você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? perguntou o Samurai.
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior, depende exclusivamente de você .As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir."

Conto ZEN


o
segunda-feira, 6 de agosto de 2012 0 comentários

Pensamento do Dia 55 #



Bons amigos são aqueles que nos instruem na fé, empenham-se conosco para aprofundar nossa prática e estudo, e trabalham em harmonia conosco para o avanço da Paz Mundial.

Frase de Buda

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
 
;