“Feliz Ano Novo” em vários idiomas
Alemão – “Gutes Neues Jahr”
Catalão – “Bon Any Nou”
Chinês Mandarim – “Xin nian yu kuai”
Espanhol – “Feliz Ano Nuevo”
Esperanto – “Bonan Novjaron”
Finlandés – “onnellista Uutta Vuotta”
Francês – “Bonne Année”
Galês – “Blwyddyn Newydd Dda”
Grego – “Kainourios Chronos”
Hebreu – “Shanah Tovah”
Holandês – “Gelukkig Nieuwjaar”
Húngaro – “Boldog Ujevet”
Indonesiano – “Selamat Tahun Baru”
Islandês – “Farsflt Komandi Ar”
Italiano – “Buon Capo d’Anno”
Japonês – “Akemashite Omedetou Gozaimasu”
Latim – “Annum Faustum”
Norueguês – “Godt Nytt Ar”
Polonês – “Szczesliwego Nowego roku”
Autor desconhecido
Uma Raposa, morta de fome, viu ao passar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras.
Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Autor: Esopo
Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.
Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Autor: Esopo
Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.
"Que neste Natal,
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.
Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.
Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.
Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.
Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.
Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.
Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.
Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.
Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.
Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.
Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.
Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra."
desconhecido
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.
Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.
Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.
Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.
Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.
Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.
Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.
Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.
Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.
Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.
Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.
Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra."
desconhecido
"É freqüente confundir somatização com hipocondria. São coisas completamente diferentes. O hipocondríaco é alguém preocupado em excesso com a própria morte. Seu medo é tanto que ele freqüentemente interpreta um mal-estar passageiro como um sinal de doença grave. O exemplo perfeito é o do personagem de Woody Allen no filme Hannah e Suas Irmãs, que tinha certeza de que suas dores de cabeça eram um sintoma de um tumor no cérebro e, por isso, submetia-se a tomografias da cabeça como quem tira pressão arterial. O que somatizadores e hipocondríacos têm em comum são as idas freqüentes ao médico. "As somatizações são responsáveis por um número muito alto de consultas", diz o psiquiatra José Atilio Bombana, da Universidade Federal de São Paulo. Calcula-se que até a metade de todos os gastos do sistema público de saúde deva-se a somatizações."
Anna Paula Buchalla
Anna Paula Buchalla
Talvez eu seja o eterno menino sonhador,
Talvez eu seja o ensaio das primeiras letras,
Talvez eu seja o portador das notícias,
Talvez eu seja o personagem das noites esquecidas,
Talvez eu seja o resto dos amores mortos,
Talvez eu seja o poeta calado no tempo,
Talvez eu seja o cavalo por campos guaraçaienses,
Talvez eu seja o anônimo pelas ruas bauruenses,
Talvez eu seja as cores de minhas pinturas,
Talvez eu seja a própria descoberta científica,
Talvez eu seja o amigo sempre com um sorriso,
Talvez eu seja a história que já passou,
Talvez eu seja o psicólogo ainda não completo,
Talvez eu seja o romancista que brotará,
Talvez eu seja o coadjuvante de futuros palcos,
Talvez eu seja as imagens em novos roteiros,
Talvez eu seja a esperança por ruas paulistas,
Talvez serei a soma de todos esses meus "eus"
No despertar da figura de um ameno Psicanalista!
Prof. Dr. Emílio Figueira (meu grande amigo)
Talvez eu seja o ensaio das primeiras letras,
Talvez eu seja o portador das notícias,
Talvez eu seja o personagem das noites esquecidas,
Talvez eu seja o resto dos amores mortos,
Talvez eu seja o poeta calado no tempo,
Talvez eu seja o cavalo por campos guaraçaienses,
Talvez eu seja o anônimo pelas ruas bauruenses,
Talvez eu seja as cores de minhas pinturas,
Talvez eu seja a própria descoberta científica,
Talvez eu seja o amigo sempre com um sorriso,
Talvez eu seja a história que já passou,
Talvez eu seja o psicólogo ainda não completo,
Talvez eu seja o romancista que brotará,
Talvez eu seja o coadjuvante de futuros palcos,
Talvez eu seja as imagens em novos roteiros,
Talvez eu seja a esperança por ruas paulistas,
Talvez serei a soma de todos esses meus "eus"
No despertar da figura de um ameno Psicanalista!
Prof. Dr. Emílio Figueira (meu grande amigo)
"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."
Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela'
Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela'
O fogo crepita feroz e avassalador. Na margem do largo rio que permeia a floresta, encontram-se dois inimigos figadais: a rã e o escorpião. Lépida e faceira, a rã prepara-se para o salto nas águas salvadoras. O escorpião, que não sabe nadar, aterroriza-se ante a morte certa, estorricado pelas chamas ou impiedosamente tragado pelas águas revoltas.
.Arguto e num esforço derradeiro, implora o escorpião:
.— Bela rã, leva-me nas tuas costas na travessia do rio!
.
— Não confio em ti! Teu ferrão é inclemente e mortal — responde a rã.
.
— Jamais tamanha ingratidão. Ademais, se eu te picar, é morte certa para nós dois.
.
— É verdade — pensou candidamente o bondoso batráquio. Então suba!
;
E lá se foram irmanados e felizes. No entanto, no meio da travessia, a rã é atingida no dorso por uma impiedosa ferroada. Entremeando dor e revolta, trava o derradeiro diálogo:
,
— Quanta maldade! — exclama a rã, contorcendo-se. Não vês que morreremos os dois?
.
— Sim, responde o escorpião, mas essa é a minha natureza!
Conto Africano
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